100 mil euros para restaurar igreja histórica no Cercal

100 mil euros para restaurar a Igreja de S. Vicente do Cercal, no concelho de Cadaval, comparticipados em 50% pelo Estado Português.

Secretário de Estado das Autarquias Locais foi ao Cercal assinar o contrato de financiamento

Ao centro, o secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, tem à sua direita o presidente do Município de Cadaval, José Bernardo Nunes e à esquerda o padre Yovanny Frias.

Carlos Miguel, secretário de Estado das Autarquias Locais, esteve esta quinta-feira, 19 de abril, no Cercal, no vizinho concelho de Cadaval, onde assinou um contrato de financiamento para obras de restauro e conservação da Igreja de São Vicente do Cercal estimadas em 100 000 euros, valor que o Estado Português comparticipará em 50 por cento, através do Programa de Equipamentos Urbanos de Utilização Coletiva.

O contrato foi firmado com a Fábrica da Igreja Paroquial de São Vicente do Cercal.

A construção deste templo remonta aos anos 1600, século XVII portanto.

Assinaram o contrato de financiamento Sónia Ramalhinho, diretora-geral da DGAL – Direção Geral das Autarquias Locais (serviço coordenador), José Pedro Neto, vice-presidente da CCDRLVT – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (serviço regional desconcentrado) e o padre Yovanny Frias, em representação da Fábrica da Igreja Paroquial de São Vicente do Cercal que é a entidade promotora das obras, tendo o ato sido testemunhado pelo presidente da Câmara de Cadaval, José Bernardo Nunes, o presidente da Assembleia Municipal, Rui Soares e a presidente da Junta da União de Freguesias de Lamas e Cercal, Amélia Silva, entre outros autarcas e elementos da comunidade local.

A cerimónia foi antecedida de breve visita ao histórico edifício religioso, ressaltando da sua degradação as fissuras e infiltrações de humidade nas paredes, bem como o mau estado do telhado.

“Não é uma obra fácil de concretizar, dadas as suas especificidades”, reconheceu na ocasião o edil cadavalense, declarando a “disponibilidade total dos técnicos da Câmara, quer para o lançamento do concurso, quer para a execução da obra” e manifestando a esperança de que, “admitindo que a verba não chegará para tudo, se vai dar prioridade a realizar as obras mais urgentes”, para suster “o avançado estado de degradação em que a igreja se encontra”.

O secretário de Estado Carlos Miguel invocou o caráter “valioso” do património inerente a esta igreja e a importância de o preservar. “Tudo isto envolve uma parceria, onde está o Estado, através do Governo, as autarquias, através da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia, mas também a população”, sublinhou, depositando nas forças vivas do concelho, autarquia e a população a confiança na mobilização dos restantes 50 000 euros. “Quando conseguimos angariar vontades entre Governo, autarquia, igreja e pessoas, nós conseguimos lá chegar”, acrescentou.

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