782 mil euros para Subestação Elétrica de Rio Maior

Subestação de Rio Maior é um ponto chave da rede nacional de transporte de energia eléctrica, quer para o abastecimento da região de Lisboa quer como elo de ligação entre o norte e o sul do país. Segundo dados de 2012, é também a 6.ª maior subestação eléctrica em Portugal continental, em termos de potência instalada, num conjunto existente de 65 subestações.

A Subestação Eléctrica de Rio Maior.

A Subestação Eléctrica de Rio Maior.

Ocupa uma área com cerca de 23 hectares, na “fronteira” entre os concelhos de Rio Maior e Caldas da Rainha, perto da Senhora da Luz, junto à estrada que ali liga a EN114 à A15.
Aquando da sua inauguração, em 1979, a Subestação de Rio Maior foi uma das primeiras em Portugal a funcionar não apenas com alta tensão (220 quilovóltios ou kV) mas também a muito alta tensão (400 kV).

Tem agora em curso um investimento da empresa concessionária, a REN (Rede Eléctrica Nacional S.A.), no montante de 782 000 €, para remodelar equipamento.

O que é uma subestação eléctrica?

A Subestação Eléctrica de Rio Maior é uma infraestrutura de transformação e distribuição de energia eléctrica que recebe de unidades de produção, como o Parque Eólico da Serra dos Candeeiros ou a Central Termo-Eléctrica do Pego, em Abrantes. “Eleva a tensão da electricidade para ser transportada em Alta Tensão ou Muito Alta Tensão para as zonas de consumo”, segundo explicação veiculada pela EDP.

Quando uma cegonha em Rio Maior deixou metade do país às escuras…

Pelas 22 horas e 20 minutos de 9 de Maio de 2000, uma cegonha esbarrou num cabo de alta tensão junto à subestação de Rio Maior. Dada a centralidade desta infraestrutura da rede eléctrica nacional, metade do país ficou sem electricidade! O “apagão” afectou sobretudo a região da Grande Lisboa e a península de Setúbal. Mas os distritos de Faro, Beja, Évora, Portalegre e Santarém foram também afectados.

Houve ainda cortes provisórios da iluminação pública em Leiria. A circulação de comboios foi interrompida na ponte 25 de Abril e nas linhas urbanas de Sintra, Cascais e Azambuja, bem como na linha do norte até ao Vale de Santarém. Com a falha de energia, semáforos deixaram de funcionar, o que originou alguns engarrafamentos em Lisboa. Entre todos os distritos afectados, Évora foi o último a voltar à normalidade, com o fornecimento de electricidade a ser reposto depois de passadas já mais de 3 horas (às 00h45).

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Um Comentário

  1. tuga diz:

    A maior tanga de sempre no nosso país! A culpa foi da EDP e da falha de comunicações nas centrais que geriam a rede eléctrica! Onde já se viu metade do país depender de uma "subestação" eléctrica??

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