Arco da Memória estreou novos elementos no festival de folclore

Aos 30 anos o Rancho do Arco da Memória estreia dois novos elementos no seu Festival de Folclore 2015

O Tó, arcuense da memória muito estimado na comunidade local e grande entusiasta do rancho da casa, foi quem lhe entregou as tradicionais lembranças.

O Tó, arcuense da memória muito estimado na comunidade local e grande entusiasta do rancho da casa, foi quem lhe entregou as tradicionais lembranças. A dançarina e o músico estreantes também estão nesta fotografia.

Com a participação do Rancho Folclórico «As Mondadeiras das Barrosas» (Salir – Loulé – Algarve), Grupo Folclórico «As Varinas de Ovar» (Beira Litoral), Rancho de Folclore e Etnografia «Os Ceifeiros da Bemposta» (Bucelas – Loures – Estremadura) e Rancho Folclórico da Associação Cultural, Recreativa e Desportiva do Arco da Memória realizou-se no dia 13 de junho de 2015, o Festival de Folclore anual do Arco da Memória.

Como habitualmente o salão da Associação Cultural, Recreativa e Desportiva do Arco da Memória encheu-se para assistir ao espetáculo, que começou, como é usual, pelo desfile dos grupos pelo palco a fim de aí deixarem os seus representantes e porta-estandartes, seguindo-se a entrega de lembranças, para a qual este ano foram chamados a presidente do Município de Rio Maior, Isaura Morais, a vereadora da Cultura, Ana Filomena Figueiredo, Ricardo Costa, do Arco da Memória, em representação da Junta de Freguesia de Rio Maior e o Tó, outro arcuense da memória muito estimado na comunidade local e grande entusiasta do rancho da casa.

Fitas oferecidas por negociantes locais e ilustradas por elementos do rancho anfitrião, uma para cada estandarte, quatro miniaturas do arco da memória, ex-líbris da terra, pintadas por pessoa do rancho e outras tantas cestinhas de produtos arcuenses oferecidos pela população, como sejam uma peça de tecido adornada em picô, uma merenda tradicional composta de chouriço e uma broa de milho, um bolo de noiva, um frasquinho de compota, uma garrafinha de ginja caseira, um saquinho de sal das Salinas de Rio Maior adornado por pessoas do rancho e um candeeirinho artesanal, foram essas lembranças.

Como sempre, o Festival pautou-se pela qualidade dos ranchos em presença e pelos apontamentos que proporcionou quanto a usos e costumes.

A notícia da noite, nos 30 anos do Rancho do Arco da Memória é que este estreava dois novos elementos: uma dançarina e um músico, ambos muito novinhos mas que deram muitíssimo boa conta de si!

Para estas realizações o Rancho do Arco da Memória conta com os apoios da população – que, por exemplo, oferece e partilha o jantar do Festival com os ranchos –, da Câmara Municipal e das Juntas de Freguesia de Rio Maior e de Vidais, bem como do Inatel e do Crédito Agrícola de Rio Maior.

Além do espetáculo folclórico, o salão de festas proporcionava uma banca de artesanato, todo ele produzido por pessoas do Arco da Memória.

Por falar em artesanato, novidade este ano, foi a realização da 1ª Feira de Artesanato do Arco da Memória, complementar ao Festival de Folclore.

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