Dados da USS/CGTP-IN revelam grande adesão à greve no distrito de Santarém

GREVEA USS/CGTP-IN e os Sindicatos da Administração Pública seus associados, nomeadamente o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), o Sindicato dos Trabalhadores das Autarquias locais (STAL), o Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL) e o Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública e Funções Sociais do Sul e Açores (STFPSSRA), congratularam os trabalhadores da administração pública que, hoje dia 13 de Março realizaram greve no distrito de Santarém.

Na nota de imprensa conjunta dos Sindicatos da Frente Comum e da USS/CGTP-IN, sobre o impacto da greve de 13 de Março no distrito Santarém, os números das adesões à greve são considerados como “bastante expressivos e demonstrativos do descontentamento dos trabalhadores da administração pública, independentemente da sua profissão, assim como a sua unidade na reivindicação das 35 horas de trabalho, da reposição dos montantes retirados nos salários, pela dignidade das carreiras e por mais emprego e melhores serviços públicos”.

Nos dados fornecidos por estas instituições, entre os vários serviços encerrados e do apurado até ao momento destaca-se:

Hospital do Médio Tejo: Hospital de Tomar 90% (SEP), Hospital de Abrantes 91 % (SEP), Hospital de Tomar 89% (STFPSSRA), Hospital de Torres Novas 80% (STFPSSRA).

Hospital Distrital de Santarém: 93% (SEP) e 75% (STFPSSRA).

Centros de Saúde e USFs: USF Almonda – 100% administrativos (STFPFSA), USF Riachos – 95% administrativos (STFPSSRA), ACES Médio Tejo 50% (STFPSSRA), Centro de Saúde de Vila Nova da Barquinha e USF Almonda 100% administrativos.

Câmaras Municipais: Alpiarça 90%, Benavente 80%, Santarém 80%, Ferreira do Zêzere 75%, Salvaterra 75%, Alcanena 80% nos operacionais e 50% dos administrativos, Coruche 70% operacionais e 50% dos administrativos, Entroncamento 90% dos operacionais, Abrantes 50%, Golegã 40%, Alpiarça 100% e Santarém 80% operacionais e 50% administrativos.

Escolas encerradas:

Abrantes – Escola Secundaria Solano Abreu, Escola EB 2/3 do Tramagal, Escola EB1 Lucília Moita, Escola EB1 das Mouriscas, Escola EB1 e JI da Concavada, Jardim de Infância e João Batista.

Alpiarça – Agrupamento de Escolas José Relvas e EB1 e Jardim de Infância de Alpiarça.

Coruche – Escola EB2/3 Armando Lizardo, Centro Escolar de Coruche  e Escola Secundária de Coruche.

Entroncamento – Escola EB 2/3 Rui Andrade, Escola Secundaria do Entroncamento, Centro Escolar António Gedeão, Centro Escolar do Bonito.

Benavente – Escola EB 2/3 do Porto Alto, Centro Escolar do porto Alto, Agrupamento de Escolas de Samora Correia e Escola EB1 das Acácias.

Salvaterra de Magos – Agrupamento de Escolas de Marinhais e Escola EB 2/3.

Rio Maior – Agrupamento de Escolas Marinhas do Sal (só assegura turmas em testes), centro Escolar nº 1 de rio Maior e Escola Básica 1 de Marinhas do Sal.

Santarém – Escola EB 2/3 de Mem Ramires, Escola EB 1 dos Leões, Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano 50% e Escola D. João II.

Vila Nova da Barquinha – Jardim de Infância da Moita e Centro Escolar Ciência Viva.

Torres Novas – Centro de Escolar Olaia e Paço.

Tomar – Jardim de Infância.

Alcanena – Agrupamento de Escolas de Alcanena e Escola EB 2/3 Minde.

Cartaxo – Escola EB 2/3 Marcelino Mesquita e Escola EB1 António Torrado.

Constância – Agrupamento de Escolas de Constância e Escola EB1 e JI Bugalhos.

Almeirim – Escola Secundária Marquesa da Alorna e Centro Escolar Charcos.

Outros serviços: IMTT Santarém 50%, Instituto de Registo e Notariado de Santarém – encerrado e Estabelecimento Prisional de Alcoentre- 40%.

De resto, a USS/CGTP-IN e os Sindicatos subscritores desta nota de imprensa entendem que “embora sucessivamente o Governo PSD/CDS tente branquear os 3 anos de ataques aos trabalhadores da administração pública, que hoje e mais uma vez os trabalhadores da administração pública no distrito de Santarém provaram que não esquecem o mal que lhes tem sido feito e que acreditam que é possível ter melhores condições de vida e de trabalho”, considerando ainda que são esses os motivos de “tão grande adesão à greve de 13 de Março no distrito de Santarém e são os motivos que vão levar os trabalhadores a continuarem a luta pelos seus direitos até que os mesmos sejam repostos”.

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