Diga 33 com Pedro Mexia e Miguel-Manso convidados

Pedro Mexia e Miguel-Manso foram os convidados desta vez no Diga 33.

No dia 15 de maio, aconteceu mais uma sessão Diga 33, poesia no teatro, às terceiras terças-feiras de cada mês. Na Sala Estúdio do Teatro da Rainha desta vez apresentaram-se os convidados Miguel-Manso (autor/poeta) e Pedro Mexia (autor, crítico, coordenador da colecção de poesia da Tinta-da-China), com moderação do Henrique Fialho (foto no Facebook), que recentemente lançou um novo livro intitulado A Festa dos Caçadores.

Desta vez, no Diga 33 falou-se quase exclusivamente de poesia durante cerca de duas horas, em que os convidados e o Henrique fizeram algumas leituras de poemas.

O poeta Henrique Fialho.

A próxima sessão do Diga 33 está agendada para 19 de junho com Miguel de Carvalho (autor, livreiro antiquário, editor na Debout Sur L’Oeuf).

Miguel-Manso (Santarém, 1979) estudou desenho e fez um curso de Técnico de Biblioteca e Documentação. Entre as várias ocupações, destaca-se recentemente a de instrutor de karaté. Estreou-se na poesia em 2008 com o livro «Contra a Manhã Burra», ao qual se seguiram quatro volumes agrupados na colecção Os Carimbos de Gent. Recebido desde o início com forte entusiasmo crítico, publicou na Relógio D’Água, em 2013, a antologia «Tojo: Poemas Escolhidos». Em 2017 surgiu «Rosto, Clareira e Desmaio», libreto que esteve na base de um espectáculo teatral. Co-realizou, com João-Manso, o filme-documentário «Bibliografia». O seu mais recente livro intitula-se «Mortel (do lado esquerdo, 2018)».

Miguel-Manso.

Pedro Mexia (Lisboa, 1972) é formado em Direito. Desde cedo dedicado ao jornalismo, é cronista e crítico literário. Integra, desde 2008, o painel do programa Governo Sombra. «Duplo Império» (1999) é considerado o seu primeiro livro de poemas, embora se tenha estreado anteriormente com publicações entretanto excluídas da bibliografia oficial. Além de poesia, publicou vários volumes de crónica, diários e a peça teatral «Nada de Dois» (2009). Traduziu Martin Crimp, Robert Bresson, Tom Stoppard e o poeta Hugo Williams. O seu livro mais recente é a colectânea de crónicas intitulada «Lá Fora» (Tinta-da-China, 2018). É, desde 2016, consultor para a cultura da Casa Civil do Presidente da República. Coordena a colecção de poesia das Edições Tinta-da-China.

Henrique Fialho e Pedro Mexia.

Texto e fotos: Manuel Silva

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