Joana Tinta Sobreira, uma jornalista riomaiorense

Aberta a todas as oportunidades na sua área

Joana Tinta Sobreira é uma jovem riomaiorense Licenciada em Jornalismo

Jovem, riomaiorense, Licenciada em Jornalismo, Joana Tinta Sobreira é filha de João Paulo Garcia Rodrigues Sobreira e de Isabel Maria David Tinta.

Antes dos estudos superiores foi aluna da Escola Secundária Dr. Augusto César da Silva Ferreira, de Rio Maior, para onde passou depois de frequentar a Escola Básica Integrada Marinhas do Sal.

No ensino secundário era da área de Ciências e Tecnologias e quando foi para o ensino superior entrou em… Fisioterapia.

A Joana foi capa da última edição do jornal Região de Rio Maior (nº 1525, de 29 de dezembro de 2017), chamando para a entrevista que está publicada numa das páginas centrais e que aqui se dá agora a conhecer aos seguidores deste site. 

Joana Tinta Ferreira.

Região de Rio Maior (Região) – A Joana entrou em Fisioterapia… e acabou jornalista!

Joana Tinta Sobreira (JTS) – Não! Inicialmente fui para Fisioterapia mas desiludi-me com a opção, achei que aquele não era o meu caminho e nem sequer era a minha área, porque eu não me via a fazer mais nada na área das Ciências que não fosse relacionado com Medicina e portanto achei que era altura de fazer uma mudança e não me arrependo nada da escolha que fiz.

Região – Está portanto na área da Comunicação Social.

JTS – Eu fiz a Licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social em Benfica (Lisboa)…

Região – Ai sim? E é benfiquista?…

JTS – Isso não posso revelar, porque um dia ainda vou para o desporto e depois fico rotulada de ser adepta deste ou daquele clube porque viram no jornal! – disse a jovem rindo-se com vontade.

Região – A Joana está num programa de televisão da  Escola Superior de Comunicação Social…

JTS – Basicamente é um programa de televisão dentro da Escola que é feito por alunos. Trata-se de um núcleo da Escola, tipo clube, a que se juntam as pessoas que querem fazer televisão e foi assim que eu comecei nestas andanças.

Região – Esse programa passa num canal público de televisão – a RTP2 –, duas vezes por semana. Como é que se chama o programa?

JTS – O programa chama-se E2. Eu tenho uma rubrica de entrevistas dentro do programa, que se chama «O da Joana», no qual eu entrevisto pessoas que já passaram pela rádio ou que ainda estão na rádio atualmente.

Região – Em que dias é que passa o E2?

JTS – O E2 é transmitido às terças-feiras por volta da uma hora da madrugada e repete aos domingos às oito da manhã. Mas se as pessoas quiserem aceder aos conteúdos do programa podem fazê-lo através do link da página de «O da Joana»: facebook.com/odajoana podcast.

Região – Pode inferir-se que a sua ideia de futuro passa pela televisão?

JTS – A minha grande paixão é a rádio e eu não a escondo. Apesar de gostar muito de televisão aquilo que eu gosto “maaais” de fazer é rádio! O que não significa que não esteja à vontade nas outras vertentes, tanto na imprensa como na televisão… Mas se me perguntarem qual é o meu sonho – é fazer rádio.

A Joana num estúdio de uma estação emissora de rádio.

Região – Mas não na rádio que anda pela internet, pois não?

JTS – Uma rádio nacional com transmissão para todo o país seria muito agradável. Chegar às ondas hertzianas seria uma grande vitória.

Região – Tem contactado com emissoras de radiodifusão?

JTS – Eu já fiz um estágio de verão aqui em Rio Maior, na Hiper FM e também fiz rádio desde o início da Licenciatura na ESCS FM, que é a rádio dos alunos da Escola Superior de Comunicação Social, que funciona lá mesmo, na Escola. Também já colaborei, por exemplo, com a Antena 3; fui eu juntamente com a produtora deles que produzimos, em 2017,  o «Dia Mundial da Rádio». Mas ainda não comecei a enviar currículos para as rádios.

Região – A Joana já está Licenciada mas continua na ESCS…

JTS – A minha participação nas atividades da Escola acaba por ser um complemento apenas, não estou lá propriamente a estudar. É uma parte que me ocupa algum tempo mas não todo o dia, enquanto estou à espera de oportunidades.

Região – Já sabemos que gostaria de estar numa rádio; concretamente a fazer o quê?

JTS – Eu tanto gosto da parte de produção de conteúdos, de tudo o que os envolve, todos os eventos que uma rádio tem à sua volta são extremamente importantes… Eu tanto gosto da parte de infotainment, como da parte de informação pura e dura e também me vejo na parte de locução em si. Estou aberta a todas as oportunidades que surjam…

Região – E se a oportunidade surgir de uma televisão?

JTS – É claro que aceito! Neste momento não quero excluir quaisquer oportunidades. Lá por gostar muito de fazer rádio não significa que tenha que fazer só rádio ou que a primeira oportunidade que surja seja na rádio… Se for ficarei muito contente mas se for na imprensa ou em televisão também ficarei obviamente contente.

Região – O seu futuro está pois na comunicação social… Não contempla, por exemplo, a comunicação empresarial?

JTS – Não, não. Comunicação social – jornalismo. Pode ser na área do infotainment que associa conteúdos de informação pura e dura com conteúdos de entretenimento. Mas não descarto possibilidades.

Região – Claro. Escreve bem com certeza…

JTS – Sim, sim! Tive excelentes professores de Português, tanto no ensino básico como no secundário. Já no superior acho que escrevia de forma muito agradável mas tive um professor que ainda elevou o patamar da escrita.

Região – A concluir esta conversa, a Joana gostaria de deixar algum conselho aos estudantes que ainda andam no ensino secundário?

JTS – Aos alunos da minha terra digo que acho ser importante que agarrem as oportunidades independentemente de serem aquelas que querem ou não, porque nunca se sabe se ao abrir-se aquela porta não se abrirá depois a janela que vocês desejam. Nunca deixem de lutar por aquilo em que acreditam.

Entrevista: Carlos Manuel

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