Médicos no Centro de Saúde: saem 2 e entram 3

Depois de noticiada a dispensa de 2 médicos do Centro de Saúde e o recrutamento de 1

De repente chegou a informação de que virão ainda mais 2 médicos para Rio Maior

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Sob o título «MUSP receia que a prestação de cuidados médicos de proximidade esteja em causa em vários concelhos, incluindo Rio Maior, já a partir dos primeiros dias de janeiro», Região de Rio Maior publicou esta semana a notícia de que o MUSP do distrito de Santarém advogando a necessidade de salvaguardar o acesso a cuidados médicos de proximidade veio apontar, em 31/12/2015, que “A redução para metade das horas contratadas em serviços médicos para os Centros de Saúde, a procura de quem faz mais barato mesmo que as empresas selecionadas não tenham médicos disponíveis e a decisão à última hora das entidades contratadas está a pôr em risco, já a partir dos primeiros dias de janeiro, a prestação de cuidados médicos de proximidade, especialmente nos concelhos de Rio Maior, Salvaterra, Chamusca, Coruche (SAP), a freguesia de Alcanede…”

O MUSP sustenta que “numa época em que ainda se vai atingir o pico da gripe” e em que os “responsáveis apelam para não se ir às urgências hospitalares, reduzir o número de médicos nos Centros de Saúde (que até deviam estar mais horas abertos no âmbito do Plano de Contingência contra a Gripe) é como deitar gasolina numa fogueira”, exigindo “medidas, mesmo que transitórias para garantir cuidados médicos de proximidade e a estreita articulação entre os cuidados primários e as unidades hospitalares”.

No caso de Rio Maior esta situação de agravamento da carência de médicos confirmava-se até hoje, sexta-feira, dia 8/1/2016: o Centro de Saúde Drª Maria Laudelina Barbosa perdera em dezembro de 2015 dois médicos que entre si asseguravam 88 horas por semana e contratara um médico vindo da Chamusca que fará 40 horas por semana. Mas a meio da manhã, em plena reunião de Câmara terá chegado a informação de que o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Lezíria acabava de autorizar a contratação de mais um médico para o Centro de Saúde de Rio Maior, a quem caberá assegurar mais 40 horas, ficando assim prenchidas as 80 horas que os dois médicos entretanto dispensados vinham a cumprir, devendo ficar portanto também garantidas as 8 horas que dedicavam ao atendimento complementar, totalizando 88 horas por semana.

Foi ainda comunicado que se prepara mesmo a atribuição de mais 30 a 40 horas por semana para a colocação, a curto prazo, de mais outro médico em Rio Maior, o que deverá permitir resolver o problema da extensão de Saúde de S. João da Ribeira.

Assim sendo, e resumindo, saíram 2 médicos mas entram 3: um, o que já veio da Chamusca; um cuja contratação acaba de ser autorizada; e um terceiro a ser aqui colocado a curto prazo.

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