Trânsito: «Proibido não proibir. A boa solução»

Proibido não proibir. A boa solução.

Artigo de opinião de Garcia Cruz

Fluidez, comodidade e segurança são princípios gerais e fundamentais na dinâmica rodoviária, aos quais todos devemos estar especialmente atentos, incluindo, naturalmente, aqueles que são responsáveis pela sinalização.

À rua que dá acesso ao Lar Fausta Sequeira Nobre também lhe chamam Professora Ana Pina Natal.

Há mais de um ano apresentei directamente no serviço de trânsito da Câmara Municipal de Rio Maior, um conjunto de sugestões escritas relativas ao trânsito na cidade. Uma delas tinha que ver com a colocação de um sinal de proibição a veículos pesados na rua que, a partir do largo Alto do Pina, acede ao lar de idosos Fausta Sequeira Nobre. Esta minha sugestão deveu-se a ter constatado várias vezes que em resultado da orientação GPS, condutores de veículos de grandes dimensões se dirigiam indevidamente para aquele local, tendo depois, inevitavelmente, em infracção e com muita dificuldade, que sair dali em marcha atrás até ao dito largo Alto do Pina. A minha sugestão foi então encaminhada para a comissão de trânsito da cidade que entendeu não existir razão que justificasse a alteração proposta. “Muito bem!” Expliquem-me então o porquê da existência de um sinal impeditivo do trânsito de pesados na rua do Cartaxo (também junto ao largo Alto do Pina). Ambas as ruas têm características que desaconselham completamente o trânsito de veículos pesados.

À entrada da Rua do Cartaxo, que também irradia do Largo Professora Ana Pina Natal, está sinalizada a sua interdição ao trânsito de pesados.

Face à decisão de não acolher a minha proposta e porque os problemas continuam ali a acontecer, volto de novo ao assunto.

Há mais de um mês, num sábado, presenciei no local, a difícil manobra executada por um condutor de um autocarro de turismo que, no final da rua do lar de idosos não conseguiu sair pela rua D. Afonso Henriques. O resto do “filme” já todos estão a ver. Contactei então novamente a CMRM, desta vez por correio electrónico, indicando outra pessoa (conhecida) que comigo presenciou o acontecimento. Não obtive resposta e tudo continua na mesma.

No entroncamento onde acaba a Rua Professora Ana Pina Natal, o camião não conseguiu entrar na Rua D. Afonso Henrique e teve que voltar para trás… em marcha atrás.

Entendo ter procedido bem ao contactar primeiro e por duas vezes, a CMRM, mas, não resolvido o problema, entendo igualmente como bom procedimento apresentar agora, aqui, o assunto. O interesse rodoviário e a utilidade para aqueles que, sem conhecerem o local, ali se vêem em apuros, justificam, a meu ver, que a comissão de trânsito reveja e altere o seu parecer. Seria bom que isso acontecesse.

Nota – Texto escrito em desconformidade com o novo AO

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