Região de Rio Maior

Rio Maior


Perto do viaduto das Bocas, do lado de Asseiceira

Despiste de camião mata dois homens no IC2

 

O despiste de um camião de transporte de frangos, da Avipronto, na passada 3.ª feira, 31 de janeiro, cerca das 7 da manhã, perto do viaduto das Bocas, que já haviam passado circulando no sentido Alto da Serra - Asseiceira, originou a morte dos dois homens que nele seguiam.

O condutor, de 55 anos de idade era de Vale de Santarém; o outro homem, de 45 anos, era o riomaiorense Pedro Figueiredo, de Assentiz.

Em despiste, o camião resvalou na berma e tombou, espalhando as aves. A cabine ficou no estado que a foto na capa ilustra.

Acorreram ao local 13 elementos dos Bombeiros Voluntários de Rio Maior com 6 veículos, um deles de desencarceramento, a VMER de Caldas da Rainha, elementos da BT e do Núcleo de Investigação de Acidentes.


Educação Ambiental na Escola Básica Marinhas do Sal

Por Uma Ribeira de S. Gregório mais limpa e viva!

 

A Escola Básica Marinhas do Sal participa este ano no projeto Rios, numa parceria com a Câmara Municipal de Rio Maior, enquadrado no cumprimento da planificação prevista para o Programa Eco-escolas do nosso estabelecimento escolar.

O projeto Rios é uma iniciativa de âmbito internacional, sobre a qual transcrevemos uma descrição publicada no respetivo site oficial do projeto em Portugal:  

“O Projecte Rius foi lançado na Catalunha pela «Associación Habitats para Projecte RIUS Catalunya» em 1997, e desde então tem-se revelado um sucesso. Actualmente, em Espanha, o Projecto Rios, com mais de 10 anos de experiência, desenvolve as suas actividades de voluntariado, abrangendo mais de 1 000 grupos em cinco Comunidades Autónomas. (...) Foi estabelecido um protocolo para a sua adopção no território português com a «Associación Habitats para Projecte RIUS Catalunya».  Em Portugal, o Projecto Rios chegou em 2006 e é promovido pelas seguintes entidades: Associação Portuguesa de Educação Ambiental (ASPEA); Associação de Professores de Geografia (APG); Liga para a Protecção da Natureza (LPN); Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP). A ASPEA é presentemente a responsável pela coordenação do projecto.” (adaptado de http://www.projectorios.org/)

A nível nacional, o  Projecto Rios já conta com:

- 184 grupos inscritos de 56 municípios;

- 4.000 Participantes e mais de 10.000 pessoas envolvidas em actividades;

- 228 Monitores do Projecto Rios em 14 cursos.

 

Implementação na nossa escola

 

1 - Saídas de Campo

 

O projeto pressupõe a adoção de um troço de rio de 500 m, e a realização de ações de monitorização de melhoria do mesmo.

Escolhemos um troço da Ribeira de S. Gregório compreendido entre as imediações do estádio municipal e o jardim municipal, que, como se sabe, é um dos afluentes do Rio Maior.

Conforme está documentado em imagem, procedemos a uma saída de campo, não só com a turma diretamente envolvida no projeto (8.º C), mas com todas as turmas do oitavo ano, no âmbito da disciplina de Ciências Naturais, permitindo aos alunos a identificação de espécies animais e vegetais, verificar fontes de poluição, o estado de conservação das margens e outros aspetos relevantes.

Entre as espécies vegetais observadas encontrámos a cana comum, o freixo, o jarro, e ao nível dos animais vimos a alvéola branca (de que conseguimos tirar uma foto aqui apresentada!), a águia de asa redonda, a perdiz, pato-real, chapim azul, o rouxinol dos caniços, o verdilhão, a milheirinha, entre outras.

(…)

… fomos confrontados com diferentes tipos de poluição e, particularmente chocante, com a existência de um cano (ou mais) a despejar água extremamente suja na ribeira. Nessa mesma semana, tivemos conhecimento de testemunhos de várias pessoas que apontaram a existência de outros despejos por parte de uma empresa situada nas imediações da nossa escola, facto dificilmente justificável perante os nossos alunos, que contam sempre com um elevado sentido de responsabilidade por parte dos adultos e não entendem como se pode poluir de uma forma tão descarada e impune.

(…)

 

2 - Ação de melhoria

 

O projeto prevê, para além das ações de monitorização, a realização de pelo menos uma ação anual que vise a melhoria do curso de água adotado.

 

Leia tudo na edição em papel n.º 1217 de 2012-2-3


Alvéola-branca, fotografada no interior da Ribeira de S. Gregório na nossa saída de Campo.


Poluição debaixo da ponte junto ao estádio municipal. Alguém despeja detritos diretamente na ribeira sem tratamento aparente.


SECAL vai construir Lar Residencial de «O Ninho»

>> Contrato já está assinado

 

Alberto Barreiros, presidente da direção do Centro de Educação Especial do Concelho de Rio Maior «O Ninho», em representação da instituição e Mário Correia, administrador da SECAL - Engenharia e Construção, S.A., com sede em Alcanena assinaram, na passada segunda-feira, 30 de janeiro, o contrato para a edificação da Unidade Residencial e Ocupacional de «O Ninho».

A obra está orçada em 1 milhão 135 mil 563 euros e 98 cêntimos.

(…)

A cerimónia teve lugar na sede do CEE «O Ninho».

 

Leia tudo na edição em papel n.º 1217 de 2012-2-3

 

30 de janeiro de 2012 – Assinatura do contrato para a construção do Lar Residencial do Centro de Educação Especial «O Ninho» do Concelho de Rio Maior. Perspetiva da mesa, vendo-se à direita o presidente da instituição, Alberto Barreiros, o diretor da obra Eng. Tiago Simões e Mário Correia, administrador da SECAL.


Beneficiação da Avenida de Portugal

>> Trânsito desviado durante cerca de dois meses

 

Desde a última segunda-feira, 30 de janeiro e por cerca de dois meses o trânsito será desviado da Avenida de Portugal. Esta artéria está a receber obras de beneficiação.

Consultando o mapa percebe-se por onde deverão fluir os automóveis e os pesados para acederem ao interior da cidade. Por exemplo, para acesso de emergência, de ligeiros, ao Centro de Saúde (CS), na Avenida dos Combatentes, junto à «rotunda da Joluso» tome o desvio que ali está assinalado, entre na urbanização Encosta do Sol e daí siga para as Urgências (confira na foto).

O restante tráfego, pesado e ligeiro, segue pela Avenida dos Combatentes até à confluência com a Rua D. Afonso Henriques. Os pesados que pretendam entrar na cidade prosseguem pela Av. dos Combatentes, tomam a Avenida 13 de Julho, viram à esquerda no entroncamento com a EN 114 e mais à frente, na Rotunda do Bombeiro viram à direita, tomam a Avenida Mário Soares e na rotunda do Salineiro, onde a avenida entronca na Estrada das Marinhas do Sal viram à esquerda acedendo por aí à Praceta Francisco Sá Carneiro. Os ligeiros, querendo, seguem pela Rua D. Afonso Henriques, viram na primeira rua à esquerda, seguem pela Rua (ou travessa?) Ferreira Campos ao fim da qual viram à direita pela Rua Marquês de Rio Maior, depois seguem a curva à esquerda e vão pela Rua Professora Carolina Amália até à Praceta Francisco Sá Carneiro.

 

Consulte o mapa (com os nomes das ruas), na edição em papel n.º 1217 de 2012-2-3


   


 

A partir de 1 de março

Câmara pretende poupar na recolha de lixo

 

A Câmara Municipal de Rio Maior prevê, a partir do dia 1 de março, começar a poupar cerca de cinco mil euros por mês, sessenta mil euros por ano, nas suas despesas com os serviços de recolha de lixo e limpeza urbana, que estão concessionados à empresa Suma - Serviços Urbanos e Ambiente, S.A. do Grupo Mota Engil.

Segundo o vice-presidente do executivo Municipal, Carlos Frazão Correia, a poupança passará por pequenas reduções na lavagens de contentores (que passarão a ser efetuadas apenas cinco vezes por ano em vez das seis que estavam estabelecidas até agora), dos percursos da varredora mecânica e também da recolha de lixo nas freguesias rurais, que nalgumas semanas passará a ser feita apenas duas vezes, num regime de rotatividade.

   

 

Petição sobre poluição suinícola

>> Relatório de deputado do PSD aponta várias irregularidades

 

“A verificação do incumprimento das obrigações legalmente previstas por parte das explorações agropecuárias em causa, conforme é referido na informação recebida e anexa a este relatório, deve ter consequências para a continuação da atividade das mesmas, não podendo ser permitido o sistemático desrespeito das normas aplicáveis” – é a opinião expressa pelo deputado António Prôa, do PSD, a quem coube ser o relator da petição dirigida pelo movimento Ar Puro à Comissão de Ambiente da Assembleia da República, sobre a poluição de suiniculturas em Ribeira de S. João e S. João da Ribeira.

Com base em informação oriunda de diversas entidades com responsabilidade de actuação no problema em apreço, desde a Câmara Municipal à Administração da Região Hidrográfica, passando pela Direcção Regional de Agricultura, o relatório conclui com um parecer que defende, dada a proximidade entre as referidas suiniculturas e habitações, que “deve ser garantida pelas autoridades competentes uma fiscalização frequente e adequada que verifique o cumprimento da legislação aplicável, de modo a minimizar os incómodos invocados para a população”.

Leia tudo na edição em papel n.º 1217 de 2012-2-3

   

 

Ainda é do Estado a estrada do caminho de ferro

vedada na Quinta da Ferraria

 

Em resposta a perguntas colocadas na Assembleia da República pelo Bloco de Esquerda, o Ministério das Finanças informa que ainda é propriedade do Estado o troço da estrada do caminho de ferro que atravessa a Quinta da Ferraria, entre Ribeira de S. João e Anterporta.

Catarina Martins, a deputada do BE que interpelou o governo sobre esta questão, apontou que “a via da antiga linha de caminho de ferro que fazia a ligação entre a Mina do Espadanal, em Rio Maior, e a linha do Norte, em Vale de Santarém, é utilizada como caminho público pela população desde a década de 1970” mas “em 2005, uma empresa privada que adquiriu a Quinta da Ferraria (...) fechou ao acesso público o troço do antigo ramal ferroviário que atravessa essa quinta.

A empresa agora proprietária da Quinta da Ferraria “propôs-se adquirir ao Estado a mencionada faixa de terreno, estando tal hipótese a ser ponderada e encontrando-se o processo em fase de regularização registral de imóveis, a favor do Estado, para efeitos de eventual venda”.

 

Leia tudo na edição em papel n.º 1217 de 2012-2-3

 

OUTROS TÍTULOS | Edição em papel n.º 1217 de 2012.2.3

- Mercado Municipal de Rio Maior terá multibanco.

- Consumo excessivo de água no Polidesportivo de Asseiceira.

- Dia 18 de Fevereiro Carnaval do Rio animará Rio Maior.

- Vereadora da Cultura assinalou: Biblioteca está mais concorrida.


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