Rotary visitou Santa Casa de Rio Maior

Rotários visitaram Misericórdia e oferecem mantas no Lar Dr. Calado da Maia

A delegação do Rotary Club de Rio Maior foi recebida pela provedora da Santa Casa da Misericórdia, na sala de estar do Lar Calado Maia.

A delegação do Rotary Club de Rio Maior foi recebida pela provedora da Santa Casa da Misericórdia, na sala de estar do Lar Calado Maia.

Uma delegação do Rotary Club de Rio Maior encabeçada pelo seu presidente, José Oliveira, foi recebida em 23 de dezembro, ao fim da tarde, pela provedora da Santa Casa da Misericórdia de Rio Maior, Maria José Figueiredo, no Lar Dr. Calado da Maia. Os rotários iam oferecer mantas novas, todas encarnadas, aos utentes do Lar.

A primeira contemplada com uma das mantas foi a senhora que se vê nesta foto, que a recebeu do presidente do Rotary, José Oliveira.

A primeira contemplada com uma das mantas foi a senhora que se vê nesta foto, que a recebeu do presidente do Rotary, José Oliveira.

Este ato solidário inscrevia-se numa iniciativa mais vasta: uma visita às instalações da Santa Casa da Misericórdia, para as ficarem a conhecer mas principalmente para se inteirarem da orgânica da instituição, do seu funcionamento, principais necessidades e projetos, parte esta da visita que já não decorreu na sala de estar do Lar mas sim na sala da Mesa Administrativa.

Alda Oliveira, rotária e esposa do presidente do Rotary Club de Rio Maior, quando acabava de desembrulhar e mostrava a uma das idosas que usufrui do Lar Dr. Calado da Maia, a manta que lhe entregou.

Alda Oliveira, rotária e esposa do presidente do Rotary Club de Rio Maior, quando acabava de desembrulhar e mostrava a uma das idosas que usufrui do Lar Dr. Calado da Maia, a manta que lhe entregou.

No Lar, cuja diretora técnica é a Dra. Vanda Santos, a provedora pôs os visitantes ao corrente dos aspetos essenciais do funcionamento da valência.

Das 43 pessoas que vivem no Lar algumas são autónomas mas “há um número considerável” que é dependente. Sendo a sala de estar também sala de visitas e o local onde se desenvolvem atividades de animação para os utentes, qualquer ruído torna-se perturbador, em especial para as pessoas mais debilitadas do ponto de vista psiquiátrico, explicou Maria José Figueiredo. Mas “passam-se aqui imensas coisas… à vezes parece uma sala de aulas, com uma dinâmica muito interessante. Há dias cheguei aqui e dei com pessoas a pintar, outras a recortar e outras ainda a fazerem tricô; fiquei muito contente. Hoje é que o ambiente está assim mais formal”, contou.

A enfermeira Fátima Carvalho, mesária da Misericórdia de Rio Maior e rotária, entregando a manta a uma das utentes do Lar.

A enfermeira Fátima Carvalho, mesária da Misericórdia de Rio Maior e rotária, entregando a manta a uma das utentes do Lar.

Momentos como o que esta visita estava a proporcionar “são sempre muito especiais”, para os utentes “porque toda a gente gosta de receber um prendinha”, como “ainda há dias se viu na nossa festa de Natal, e até para nós; vêm as famílias, contam-se novidades, passa-se tudo”, descreve.

Tamara Branco, vice-presidente do Rotaract, à conversa com uma utente.

Tamara Branco, vice-presidente do Rotaract, à conversa com uma utente.

Num futuro que se prevê a breve trecho, esta mesma sala deixará de servir as finalidades a que está afetada. Os utentes disporão então de condições mais confortáveis, mais práticas, menos trabalhosas (como por exemplo terem que andar mais de 50 metros várias vezes por dia, para tomarem as suas refeições), enfim a Misericórdia disporá de meios mais eficazes.

A sala de estar é um espaço que foi acrescentado, em 1992, ao vetusto edifício do antigo Hospital da Misericórdia que tem 80 anos.

Algumas utentes do Lar Dr. Calado da Maia, já com as respetivas mantas oferecidas pelo Rotary Clube de Rio Maior.

Algumas utentes do Lar Dr. Calado da Maia, já com as respetivas mantas oferecidas pelo Rotary Clube de Rio Maior.

A finalizar a apresentação que fez do Lar, a provedora desejou um bom ano ao Rotary Club de Rio Maior e manifestou a esperança de que “2017 seja um ano muito especial” para a Santa Casa de Rio Maior, “que seja o ano de ‘dar a volta’, o ano em que iremos ver se conseguimos o financiamento para um novo lar…”

Respondendo a Tamara Branco, do Rotaract local, que integrava a delegação rotária, sobre o que seria mais necessário, neste momento, ao Lar, Maria José Figueiredo respondeu: “Tudo!”

O edifício do Hospital tem elevados custos de manutenção.

Tamara manifestou a disponibilidade do Rotaract para apoiar o Lar no trabalho que for necessário.

O presidente do Rotary falou então dos objetivos de Rotary, sendo a erradicação da poliomielite no Mundo o mais candente e já muito próximo do êxito. José Oliveira falou também de alguns dos apoios que, dentro das possibilidades do clube, os rotários de Rio Maior dão à comunidade.

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