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Roteiro |
| Siga a Rota do Sul ! - Este trajecto cultural, propõe uma visita à parte sul do concelho de Rio Maior, onde as planuras ribatejanas são uma evidência, por entre canaviais, eucaliptais e pinheirais igualmente de grande beleza. Partindo de Rio Maior chega-se à aldeia de Arrouquelas, de raízes árabes, onde se pode apreciar a Igreja da Senhora da Encarnação e a antiga Fonte da Portelinha. A igreja tem um relógio de sol datado de 1869, e ostenta um portal renascentista com várias figuras em alto relevo. O templo tem também no seu interior azulejos mudejares do século XVI. Em Assentiz há a Fonte Mourisca da Mãe de Água (datada pelo povo de 1144) e a Ponte Romana de dois arcos, que tem apenas um actualmente, devido a uma cheia no século VIII. Para ver há ainda a Capela e a Casa Senhorial da Quinta do Visconde de Assentiz. |
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Na velhinha Vila da Marmeleira, de Conjunto urbano do século XIX, indispensáveis são as visitas à Igreja (séculos XV-XVI), à quase desaparecida Praça de Touros (construída em 1920 e única no concelho) e ao Mirante do Paul da Marmeleira. Depois, recomenda-se uma passagem pela antiquíssima aldeia de Azambujeira, outrora sede de concelho e vila por título de D. João IV. Aí pode apreciar-se o Centro Cívico Medieval, a Igreja Matriz de N. Srª do Rosário, de fachada barroca (azulejos do séc. XVII), o Pelourinho (também dessa altura e Monumento Nacional), a Praça, o Museu Regional (antiga casa senhorial e edifício da câmara, que conserva um importante espólio etnográfico local e regional) e a Ponte de Estilo Românico mandada construir por D. Maria I. Igualmente a visitar, é a Casa da Quinta do Carvalhal Novo e a Igreja de Alfouvés. |
| Depois da visita à Azambujeira, recomenda-se uma pequena incursão até ao Outeiro da Cortiçada, onde se podem ver os restos de uma Porta Manuelina, a Igreja Matriz e a Quinta da Cortiçada. Em Arruda dos Pisões, há a visitar a Igreja Matriz, a Capela da Senhora da Escusa e a Quinta de Stª Maria, onde se encontra uma fonte cuja água é de excelente qualidade. De volta à Azambujeira, segue-se para o Calhariz, onde ainda existe uma ponte romana de oito arcos sobre a Ribeira de Alcobertas. |
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Toma-se então a estrada para Rio Maior, passando por S. João da Ribeira, admirando a sua Torre Mourisca (datada de 1111, mas que foi sendo reconstruída ao longo dos séculos). A Igreja Matriz de nave única do século XVIII (cujo altar é revestido com um painel de azulejos mudejares do século XVI), é uma peça única, pois é fruto da cristianização de uma mesquita árabe. Ainda em São João da Ribeira, há um Cruzeiro, as Estelas Medievais (cabeceiras de sepultura), e pode visitar-se o seu bem organizado Museu Rural e Etnográfico, aberto todos os dias, à excepção das segundas-feiras. S. João da Ribeira é a mais antiga freguesia do concelho de Rio Maior. Seguidamente, entra-se na Ribeira de S. João, sendo de visitar a Igreja de Nª Srª da Barreira. Pedro Álvares Cabral, o descobridor do Brasil, foi proprietário de terras nesta zona. De regresso a Rio Maior, aproveite para apreciar a Gastronomia regional num dos restaurantes típicos da cidade. |