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Histórico


As instituições da sociedade civil riomaiorense - Os Bombeiros Voluntários de Rio Maior também tinham que constar desta galeria, ou não fossem os "soldados da paz". Não destacámos nenhum nome em especial, porque todos os bombeiros merecem destaque neste particular. Os Bombeiros Voluntários de Rio Maior são uma das principais instituições do concelho, tendo prestado serviços de grande valentia e coragem à comunidade, ao longo dos seus mais de 100 anos de existência. Quartel dos Bombeiros Voluntários

A corporação de Rio Maior foi fundada nos finais do século XIX (26 de Setembro de 1892), e dispõe hoje de um magnífico quartel, instalado num edifício moderno e funcional, construído de raíz com muitos sacrifícios e dificuldades financeiras. A Associação dos Bombeiros Voluntários também é conhecida pelas suas iniciativas, entre as quais a organização anual do Grande Prémio de Ciclismo de Rio Maior.

Edifício do Hospital da Misericórdia A Santa Casa da Misericórdia de Rio Maior foi fundada em 19 de Abril de 1759, após petição dos moradores de Rio Maior ao Rei D. José I. O Monarca concedeu o respectivo alvará à Irmandade da Misericórdia, para que esta tomasse conta do Hospício da localidade, com a obrigação de prestar contas ao provedor da Santa Casa da Misericórdia de Santarém.

O actual edifício do Hospital da Misericórdia foi inaugurado em 1935. Hoje em dia, este hospital presta um importante serviço à comunidade riomaiorense, através da sua equipa de especialistas nos vários ramos da medicina, os quais também fazem consultas externas. O Centro de Acamados do Hospital também é de vital importância para a saúde das populações.

O Centro de Educação Especial "O Ninho", é outra das instituições importantes no seio da comunidade riomaiorense. Este centro tem desenvolvido um trabalho valoroso no apoio e ensino da pessoa deficiente, prestando um inestimável contributo para a integração destes últimos na sociedade. O C.E.E. "O Ninho" efectua regularmente acções de formação, sendo de destacar o Centro de Actividades Ocupacionais. Para além disto, o centro tem uma secção de desporto especial, a qual tem dado a Rio Maior alguns títulos de nível nacional e até internacional. Sede do C.E.E. "O Ninho"
 

Símbolo da Casa do Povo de Rio Maior

 

A Casa do Povo de Rio Maior foi fundada em 1934 e foi inicialmente um organismo corporativo regional, sendo integrada em 1974 no sistema nacional de segurança social. A Casa do Povo de Rio Maior, destaca-se pelo facto de nunca se ter cingido únicamente à protecção social, pois também desenvolveu actividades culturais e desportivas, as quais ainda mantém, no caso da Secção de Judo. Ainda no desporto, esta instituição é proprietária do chamado Pavilhão Gimnodesportivo, ou tão só «Pavilhão da Casa do Povo». A Casa do Povo de Rio Maior é actualmente uma delegação do Centro Regional de Segurança Social do Vale do Tejo.

 

O Lar de Idosos de Rio Maior também não podia estar ausente desta galeria, porquanto é uma importante valência do Centro Paroquial de Bem-Estar Social de Rio Maior, instituição particular de solidariedade social, com estatutos próprios e oficialmente reconhecida. Fundado em 1971, o Lar de Idosos dispõe hoje de um moderno edifício de alojamento e apoio à terceira idade (inaugurado em 1996), prestando ainda assistência a idosos tanto no regime de Centro de Dia como de Apoio Domiciliário.

 

Edifício do Lar de Idosos de Rio Maior

 

Símbolo do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros

 

O Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros tem a sua sede na cidade de Rio Maior, mais propriamente na zona do Jardim Municipal. Esta instituição está ligada ao Instituto da Conservação da Natureza e tem desenvolvido um importante trabalho nesse sentido. O Parque Natural - cuja localização da sede em Rio Maior tem sido contestada por outros municípios da área do P.N.S.A.C., como o de Porto de Mós - dedica-se ao estudo e preservação do património construído, tradições nas serras de Aire e Candeeiros, sua flora, vegetação, geomorfologia e fauna.

Por outro lado, também são missões do Parque, a defesa do património espeleológico e dos recursos hídricos das regiões serranas que o englobam. De destacar ainda o forte contributo que esta instituição tem dado para a preservação das actividades económicas tradicionais, no caso específico do concelho de Rio Maior, nomeadamente da tecelagem e na recuperação de antigos teares, como acontece na aldeia de Chãos.


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