Vêm aí mau tempo!! – segundo previsão do IPMA

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), acabou de lançar um alerta prevendo, para os próximos dias, um agravamento das condições atmosféricas em todo o território continental, com a ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes, com condições para a ocorrência de trovoada nas regiões do norte e do centro, em especial no litoral, onde podem ser mais persistentes a partir do final do dia de hoje, terça-feira (7 de Outubro) até ao final do dia de quinta-feira. Estas condições podem estender-se também às regiões do sul na quinta-feira, com vento forte do quadrante sul, e rajadas que podem chegar aos 80 km/h nas terras altas (a partir dos 600 metros de altitude).

É de salientar também a agitação marítima na costa ocidental, em especial a norte do cabo da Roca, podendo as ondas de noroeste atingir 4 metros.

O IPMA alerta também que, face à situação descrita, poderão ocorrer efeitos como: dificuldades de escoamento dos sistemas de drenagem urbanos, nomeadamente durante os períodos de preia-mar, podendo resultar inundações em locais historicamente mais vulneráveis; Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água; Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano e de acumulação de águas pluviais por insuficiências dos sistemas de drenagem; Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis; Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com sistemas de drenagem deficientes; Danos em estruturas montadas ou suspensas; Possibilidade de queda de ramos ou mesmo de árvores em virtude do vento forte; Possíveis acidentes na orla costeira.

Como sempre, a Autoridade Nacional de Protecção Civil, recorda que o impacto destes efeitos pode ser minimizado através da adopção de comportamentos adequados, pelo que recomenda, em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, a observação das principais medidas de auto-protecção para fazer face a estas situações, nomeadamente:

  • Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e remoção de inertes e outros objectos que possam ser arrastados ou servir de obstáculos ao livre escoamento das águas;
  • Adoptar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade da marcha e tendo especial cuidado com a eventualidade de formação de lençóis de água nas vias rodoviárias;
  • Não atravessar zonas inundadas, precavendo o arrastamento de pessoas ou de viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
  • Ter especial cuidado na circulação junto à orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas;
  • Garantir a adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
  • Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, evitando a possibilidade de ser apanhado pela queda de ramos ou de árvores por acção de vento mais forte;
  • Estar atento às informações da meteorologia e às indicações e conselhos difundidos pela da Protecção Civil e Forças de Segurança.
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